Verificação de cronotacógrafos de ônibus escolares, de passageiros e veículos-tanque, em Botucatu

Fonte: Ipem SP

Em 30 de junho foram verificados, na Rodovia Marechal Rondon, SP-300, km 254, em Botucatu, dez veículos, dos quais dois (20%) foram autuados por não possuírem o Certificado de Verificação Metrológica do cronotacógrafo: um caminhão-tanque que transportava produtos perigos e um ônibus de passageiros.

Cronotacógrafo é considerado a ‘caixa preta’ dos veículos, pois registra velocidade, distância percorrida e pontos de parada e o seu certificado é obrigatório. No Estado de São Paulo é emitido pelo Ipem-SP após serem realizadps ensaios metrológicos que garantem a legitimidade das informações armazenadas pelo instrumento. O documento é válido por dois anos.

Todos os veículos fiscalizados tiveram prazo para conseguir o certificado. Para veículos-tanque a data limite foi agosto de 2009. Já o prazo para ônibus de passageiros segue os finais das placas: 2 (fevereiro); 3 (março); 4 (abril) e 5 (maio). Ônibus escolar tiveram até fevereiro de 2010 para conseguir o documento.

Cronotacógrafo
O cronotacógrafo contém um disco diagrama de papel ou fita que deve ser trocado a cada 24 horas ou a cada sete dias. Com os dados emitidos pelo equipamento é possível confirmar, dentre outros dados, distância percorrida pelo veículo, limites de velocidade e tempo de direção.

O modelo do aparelho deve ser aprovado pelo Instituto de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), por isso, o primeiro passo é passar por uma oficina autorizada pelo fabricante e credenciada pelo órgão para lacrar o instrumento. Em seguida, o veículo precisa passar por ensaios em um posto autorizado pelo Inmetro para saber se atende aos requisitos previstos no regulamento. O posto emite um relatório que é encaminhado ao Ipem-SP junto com os discos do cronotacógrafo para realização de ensaios metrológicos. No caso de aprovação, é emitido o certificado de verificação, válido por dois anos em todo o território nacional

Produtos perigosos.
Na rodovia também foram verificadas as condições de 25 caminhões que transportam produtos perigosos a granel, dos quais oito (32%) foram autuados por irregularidades como: vazamento de produto, pneus carecas, sistemas de sinalização e iluminação inoperantes, problemas no sistema de freios, dentre outras.

Foram apreendidos quatro certificados de inspeção, obrigatório para a atividade.


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