Comércio Varejista puxa a geração de empregos no país

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Nestes 20 anos do código, algumas questões ficaram defasadas ou sequer existiam na época da criação do código. A jornalista Nadja Sampaio fala sobre a importância de mudar o código.

Subsetor gerou mais de 410 mil vagas até novembro de 2010. Em números relativos o maior crescimento foi registrado na Indústria de Calçados, que ficou próximo dos 16%. Entre os setores, serviço segue líder.

O ramo do Comércio Varejista foi o que mais abriu vagas com carteira assinada até novembro de 2010, com a geração de 411.467 novos postos, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Entre os setores, a maior geração de empregos em 2010 se concentra no setor de Serviços, com 939.448 postos com carteira assinada entre janeiro e novembro deste ano.

Entre os setores, atrás de Serviços vêm Indústria da Transformação, com a criação de 638.006 empregos formais nesse período; Comércioe , com 505.202 vagas. No total, foram geradas 2.544.457 postos de trabalho com carteira assinada no Brasil, número recorde na série histórica do Caged, iniciada em 1992.

Subsetores - Entre os subsetores, logo em seguida ao Comércio Varejista aparecem o de Serviços de Comércio e Administração de Imóvel e Serviços Técnico-profissionais, com 373.124 postos; a Construção Civil, com 333.776; e o de Serviços de Alojamento, Alimentação, Representação e Manutenção, com 235.101 postos.

O maior crescimento relativo registrado nesse período foi na Indústria de Calçados, que teve um aumento de 15,93% em relação ao estoque de trabalhadores, com a geração de 51.098 postos formais. Em segundo lugar no ranking vem a Construção Civil, com elevação de 14,75%, que representa mais de 333 mil vagas abertas; seguido da Indústria de Materiais Elétricos e Comunicações, que registrou crescimento de 11,32% e abriu 29.515 postos de trabalho.

Os subsetores que registraram a menor geração de empregos entre janeiro e novembro de 2010 foram a Extrativa Mineral, com 16.598 postos formais, Indústria de Papel e papelão, com 19.495, e Indústria da Borracha, Fumo e Couros, com 24.370. No entanto, todos esses ramos tiveram um significativo aumento em relação a 2009 quando criaram, respectivamente, 2.420, 1.783 e 4.033 postos.

Nos 11 primeiros meses de 2009, os subsetores que se mais se destacaram na criação de empregos celetistas foram o Comércio Varejista, com 235.437 novos postos, a Construção Civil, com 228.151, e Serviços de Comércio e Administração de Imóvel e Serviços Técnico-profissionais, com 180.332. Nesse período, somente quatro subsetores da Indústria de Transformação fecharam vagas - Indústria Metalúrgica, Indústria Mecânica, Indústria de Materiais Elétricos e Comunicações e Indústria de Transportes.

O setor de Serviços também liderou a geração de empregos entre janeiro e novembro de 2009, com a criação de 568.259 postos. Comércio e Construção Civil foram os outros impulsionadores da criação de novos postos de trabalho nesse ano, abrindo 286.559 e 228.151, respectivamente. No total, foram gerados durante o ano 1.410.302 empregos celetitas.

Assessoria de Imprensa do MTE


 


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